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Jeep Compass ‘desaponta’ em teste de impacto, diz Euro NCAP

Honda Civic Hatch atingiu pontuação máxima de segurança na Europa.
Carros 'cinco estrelas' avaliados em 2011 foram bem também neste ano.

O Euro NCAP, entidade que realiza testes de segurança independentes com veículos vendidos na Europa, divulgou nesta quarta-feira (22), dois testes com os mais novos veículos vendidos no mercado global, o Jeep Compass e o Honda Civic Hatch. Ambos foram renovados recentemente.De acordo com as novas regras da Euro NCAP, o Jeep Compass - já à venda no Brasil - alcançou apenas duas estrelas na classificação da entedida, cuja pontuação máxima de segurança é de cinco estrelas.
O SUV compacto do grupo Chrysler foi testado com um opcional airbag de tórax, mas, segundo a entidade, os resultados do teste apresentaram níveis de proteção “pobres”, particularmente nos impactos laterais.
Jeep Compass vai mal em testes de impacto do Euro NCAP (Foto: Divulgação) 
Jeep Compass vai mal em testes de impacto do Euro NCAP (Foto: Divulgação)
 
Na proteção dos pedestres, o Compass marcou 23%, marca considerada “decepcionante” pela rigorosa Euro NCAP. “Os SUVs compactos são o segmento de utilitário esportivo mais popular na Europa, mas o Jeep Compass não se demonstrou como forte concorrente em matéria de segurança, em comparação com outros modelo testados na mesma categoria”, diz a entidade em nota divulgada nesta quarta-feira.

Contudo, outro carro avaliado pelo Euro NCAP, o Honda Civic Hatch ganhou cinco estrelas, atingindo a classificação máxima. A nona geração do modelo alcançou altas pontuações em todas as áreas de avaliação, colocando-o em igualdade com os seus rivais neste segmento. “O carro marcou bem em assistência de segurança e também é equipado com o opcional sistema de freios anti-colisão, o CMBS, que utiliza um radar para acionar automaticamente os freios em caso de emergência. O sistema foi premiado em 2010 pela Euro NCAP.
Desde a reformulação da classificação Euro NCAP, em 2009, a organização de segurança aumentou a aposta na segurança, elevando os seus critérios de cinco estrelas por ano. Em 2012, todo o carro classificado com cinco estrelas devem alcançar uma pontuação total de, pelo menos, 80%.
Honda Civic Hatch ganhou pontuação máxima em teste de segurança europeu (Foto: Divulgação)Honda Civic Hatch ganhou pontuação máxima em teste de segurança europeu (Foto: Divulgação)
 
Por área, a pontuação mínima para proteção de adultos deve ser de 80%, enquanto a de crianças deve ser de 75%. Na proteção de pedestres, o mínimo de segurança deve ser de 60%, enquanto a segurança assistida (airbgs, sistemas de frenagem e estabilidade) deve ser de ao menos 60%.
“Isso se traduz em veículos significativamente mais seguros para os consumidores de hoje, em especial a proteção dos pedestres.”

Capeões de 2011 e 2012
Oito carros avaliados no ano passado também satisfizeram os requisitos mais rigorosos para cinco estrelas em 2012. O Euro NCAP reemitiu a classificação de cinco estrelas este ano para os seguintes veículos: BMW Série 1, BMW X1, Ford Focus, Ford Ranger, Mercedes-Benz Classe M, Nissan Leaf, Subaru XV e Volvo V60.
"Os resultados publicados hoje mostram claramente que um certificado cinco estrelas nos dias de hoje significa muito mais o que um cinco estrelas há alguns anos. Muitos fabricantes de automóveis mudaram e nós também. Carros com base na tecnologia mais antiga não estão fornecendo os mesmos níveis de segurança diante dos modelos mais novos, desenvolvidos com outras metas. Por isso, os consumidores interessados em uma comparação justa não serão enganados por esses resultados", diz em nota o secretário-geral Euro NCAP, Michiel van Ratingen.

Veja dicas para a bateria do carro durar mais

Especialistas alertam para a instalação de itens homologados pela fábrica.
Rádio e faróis são os que mais consomem carga.

Muitos motoristas desconhecem que a bateria dos carros também requer cuidados especiais.
Constituída basicamente de placas de chumbo (positivas e negativas) e solução de ácido sulfúrico (eletrólito), que ficam alojados dentro de uma caixa plástica, a bateria nada mais é que uma fonte acumulativa de energia.
Bateria (Foto: Fernando Garcia)
(Foto: Fernando Garcia)
Antes de instalar novos acessórios, deve-se verificar a capacidade máxima da bateria
Para isso, especialistas apontam para os cuidados com acessórios eletrônicos como rádio, alarme, rastreadores e componentes elétricos e eletrônicos que nunca ficam desligados – como a central de injeção – e são aparelhos que possuem a chamada corrente de stand by.

Luzes (Foto: Fernando Garcia)
(Foto: Fernando Garcia)
  Luz interna acesa também contribui para descarga da bateria 
“Ela puxa energia da bateria quando o veículo está desligado. Esta descarga também pode ser provocada quando se deixa a iluminação interna acesa sem interrupção”, explica o gerente de produto da Baterias Moura, Antonio Júnior.
O rádio e o alarme, por exemplo, dependendo dos tipos que são instalados no carro, podem acarretar uma descarga na bateria de apenas um dia se estiverem funcionando com o motor desligado, de acordo com Júnior. “Utilizar peças originais é a principal dica para que a corrente stand by não descarregue o acumulador”, alerta Júnior. Por isso, o especialista alerta para verificar a capacidade máxima da bateria e do alternador antes de instalar novos acessórios. “Sistemas de som potentes, por exemplo, consomem mais energia e, pode ser preciso optar por peças que tenham maior capacidade”.
Carros parados também consomem energia da bateria
Mas para aqueles que usam o carro esporadicamente ou então precisam “hiberná-lo” por um tempo prolongado, a recomendação é desligar os terminais dos cabos das baterias, a fim de evitar a descarga precoce da bateria.
“Carros parados também consomem energia da bateria. Neste caso, se o veículo for ficar inutilizado por mais de 20 ou 30 dias, caso não seja possível deixá-lo com alguém para o seu funcionamento, o correto é desligar o cabo do terminal positivo, a fim de evitar a redução da vida útil da bateria. Desta forma, evita-se qualquer risco de curto-circuito”, recomenda o professor do curso de Engenharia Mecânica Automobilística do Centro Universitário da FEI (Fundação Educacional Inaciana), Edson Esteves.
Além deste cuidado, Esteves orienta também para manter sempre as capas protetoras - geralmente feitas de borracha ou plásticos - nos terminais. "Outro cuidado importante é manter as capinhas de proteção (plásticas) em cima dos terminais (positivo e negativo) da bateria, que evitam o risco de curto-circuito pelo contato de objetos metálicos", explica o professor.
Segundo os especialistas, a durabilidade de uma bateria, em média, é de 2 a 3 anos, mas pode cair pela metade se o dono não tiver os devidos cuidados como, por exemplo, deixar as luzes ou acessórios ligados quando o motor estiver desligado. Outra dica importante é não dar a partida no veículo com o farol ligado, o que também puxa carga da bateria, diminuindo sua vida útil.
“Mesmo no caso de carros mais sofisticados, com sistema de acendimento automático, aconselho a desligá-lo antes de dar a partida. Desta forma, as chances de a bateria durar mais serão maiores”, aponta o proprietário do Auto Elétrico Kaneto, Marcio Kaneto.
Frente (Foto: Fernando Garcia)
(Foto: Fernando Garcia)
 
Frente do rádio também deve ser removida para evitar desgaste da bateria 
No caso dos rádios, uma dica simples que também ajuda a evitar o desgaste é retirar a frente destacável (para os modelos que a possuem) do aparelho sempre que sair do veículo. “Essa parte já consome stand by e conforme o tipo do rádio pode chegar até a 800mA, o que descarregaria uma bateria convencional em poucas horas”, afirma o gerente Antônio Júnior.
De acordo com o consultor da ADK Automotive, Paulo Roberto Garbossa, para o caso das baterias arriadas, há alguns sistemas de rádio que necessitam de codificação para voltar a funcionar e as concessionárias cobram caro pelo serviço. Por isso a consulta ao manual do proprietário é primordial. “Antes de iniciar qualquer serviço como “chupeta” (ligação direta entre bateria arriada e uma auxiliar), leia antes o manual do veículo. Isso porque, em alguns casos, pode se causar um dano significativo no sistema elétrico do veículo, além de ter um gasto extra”, orienta Garbossa.
Segundo Marcio, da Auto Elétrico Kaneto, os cabos auxiliares vendidos em supermercados para fazer a ligação direta entre as baterias nem sempre são confiáveis, dependendo do estado da bateria. “Tivemos um cliente que processou uma fabricante de cabos auxiliares, pois ao fazer a chupeta no seu Mercedes-Benz SLK o acessório não aguentou a carga e acabou derretendo não só o isolamento, mas também o revestimento do banco - lembrando que nestes carros a bateria é alojada atrás dos assentos”, relata.
Prevenção da bateria depende de outros componentes
Para Kaneto, o ideal é chamar um mecânico de confiança, pois o profissional possui equipamentos próprios para fazer medição da carga da bateria, como scanner ou voltímetro.
Alternador (Foto: Fernando Garcia)
(Foto: Fernando Garcia)

 Alternador em ordem também ajuda a manter a durabilidade da bateria
Através destas ferramentas, o técnico avaliará se o problema está realmente na bateria ou no alternador, componente responsável por transformar a energia mecânica em elétrica, através da corrente alternada induzida por campo magnético. “Nunca é demais levar o automóvel para fazer uma verificação no sistema do alternador, a cada seis meses, em uma oficina especializada. É ele o responsável por fornecer a corrente necessária aos acessórios elétricos e manter a carga da bateria em ordem”, explica.

Carros Usados - Dicas de Compra

Carros Usados – Dica de compra Gol 

Pensando em adquirir um veículo semi-novo? Confira agora nossas dicas referentes ao carro Gol.
Um dos caros populares mais vendidos do Brasil, o Gol da Volkswagen tem pontos positivos de sobra para apresentar os dados de vendas. O Gol é um carro com um belo motor, mesmo sendo 1.0, seu conjunto faz co que seja mais potente do que outros veículos do mesmo segmento.
Além desse fator há diversos outros que fazem com que o Gol tenha preferência de compra. Outro fator positivo dele é o consumo, é econômico e isso ajuda aqueles que procuram economia. As peças dele não são caras, existe também a possibilidade d adquirir peças paralelas caso haja interesse.
Seu design é bonito, arrojado e robusto, agrada muitos jovens. Seu preço é bem competitivo em relação aos veículos do mesmo segmento, sendo assim, o preço não influencia na decisão de compra caso a pessoa esteja procurando um veículo desta categoria. O Gol por ser muito requisitado no mercado, apresenta um índice baixo de desvalorização de mercado, se um dia precisar vendê-lo, facilmente irá conseguir em alguma loja ou particular. 

Como há muitos veículos vendidos em todo o Brasil, a manutenção dele fica mais barato pois a grande  maioria dos mecânicos arrumam facilmente o Gol.  Agora tratando-se dos pontos negativos, o Gol afugenta muitos compradores devido ao alto valor no seguro. Em São Paulo, o alto índice de roubo deste veículo justifica esse valor cobrado pelas seguradoras.
O Gol é o carro mais roupado na cidade, e o índice de roubo representa um grande percentual no cálculo da apólice. Em outras cidades, como este índice cai muito, o seguro também baixa o valor.  Antes de comprar carros usados, não deixe de ler as dicas que constam em nossa home Page do site www.carrosusadosbrasil.com.br lá tem diversas dicas para que você possa fazer uma compra mais segura e avaliar de forma correta a situação do veículo.

Quanto tempo duram as peças do motor do seu carro?

A tecnologia dos dias de hoje produz peças cada vez mais fiáveis e de maior duração, no entanto nada é infalível. Saiba neste artigo qual a duração das principais peças do seu automóvel.
Os automóveis dos dias de hoje são mais fiáveis e as peças têm uma duração maior. No entanto, é importante não ignorarmos a substituição de algumas peças importantes do nosso automóvel, de modo a que este funcione nas melhores condições e em segurança.
Sabe quando é que precisa de substituir alguns dos componentes mais importantes do seu carro? Neste artigo vamos dar-lhe algumas dicas sobre qual o tempo médio de vida das diversas partes do seu automóvel.

 Óleo do motor:

óleo do motor é uma das partes principais do motor do seu carro. Sem ele, seria impossível as peças do motor funcionarem correctamente. Se o óleo do motor estiver em mau estado ou abaixo do nível, vai provocar uma má lubrificação do motor. O óleo do motor do carro dever ser trocado consoante a sua qualidade e propriedades, variando a sua duração consoante as características que ele tiver. Se num ano não completar o número de quilómetros que o óleo consegue suportar, faça na mesma a sua substituição.

Motor de arranque

Motor de arranque:

motor de arranque pode durar toda a vida útil do seu carro. A duração do motor de arranque não está relacionada com a quantidade de quilómetros que o veículo fez, mas sim com a quantidade de vezes que se fez arrancar o motor. Cada vez que accionamos a chave, o motor de arranque vai sofrendo desgaste nos seus componentes. Estima-se que um motor de arranque tenha uma duração de até 50 mil arranques, sensivelmente.

Catalisador:

A peça do seu carro que está encarregue de filtrar os gases de escape, diminuindo partilhas nocivas e ruído indesejado, chama-se catalisador. Um catalisador tem uma média de vida entre os 40 e 60 mil quilómetros. Se começar a notar que o seu carro está a consumir mais que o normal, poderá ser sinal que o catalisador esteja em más condições.

Velas:

Existem dois tipos de velas: as velas de ignição (usadas nos motores a gasolina) e as velas de incandescência (usadas nos motores a gasóleo). As velas dos motores a gasolina têm uma duração entre os 20 e os 40 mil quilómetros e os primeiros sintomas que estão em mau estado são a dificuldade no arranque ou o ralenti instável. As velas podem se deteriorar mais rapidamente se fizer constantes arranques a frio ou se estiver muitas vezes em filas de trânsito.
As velas dos motores a gasóleo têm uma duração superior, que oscila entre os 70 e os 120 mil quilómetros. Nos carros a diesel mais modernos, as velas podem durar até 200 mil quilómetros!
Líquido de refrigeração ou anti-congelante

Líquido de refrigeração:

Também chamado de anti-congelante, o líquido de refrigeração ajuda o motor a arrefecer. Este líquido de tão fácil colocação, pode danificar partes importantes do motor do seu carro, se não estiver nos níveis mínimos. No máximo, este líquido deve ser substituído a cada 3 anos.

Óleo dos travões:

O sistema de travagem também necessita de estar bem lubrificado e isto é feito com o óleo dos travões. Se este não estiver em condições está a colocar a sua vida em risco, podendo ficar sem sistema de travagem. O óleo dos travões deve ser trocado no máximo de 2 em 2 anos.

Bateria:

bateria do automóvel dura bastante tempo, mais ou menos entre 5 a 6 anos ou 70 a 120 mil quilómetros. Os principais sintomas que a bateria do seu carro está gasta, é quando o carro começa com dificuldades em arrancar.

Correia de distribuição:

correia de distribuição é uma peça muito importante e tem uma duração entre os 60 e 120 mil quilómetros. Esta deve ser trocada a cada 6 a 10 anos. Não é possível perceber quando a correia de distribuição está em más condições, por isso não ignore a sua substituição, já que a sua ruptura pode causar danos muito dispendiosos ao motor do seu carro.

Esperamos que tenha gostado do nosso artigo e que tenha ficado mais esclarecido sobre quanto tempo duram as peças do motor do seu carro.

Os carros da telona que deveriam ganhar um Oscar

Veja os carros que fizeram sucesso no cinema. Desde o fusquinha Herbie até o Camaro Bumblebee de Transformers.

Alguns veículos serão sempre lembrados por terem deixado sua marca em alguns filmes hollywoodianos. É difícil ver um Aston Martin DB5 e não lembrar de James Bond fugindo dos bandidos ou então ver um Fusca da Volkswagen e não lembrar de Herbie, o fusca sensível.

Confira a seguir, alguns automóveis dignos de um Oscar, que marcaram forte presença em filmes de Hollywood.

Aston Martin DB5 (007 Contra Goldfinger - 1964): Certamente este é o carro de James Bond que mais marcou em seus filmes. Ele marcou presença em três filmes do agente secreto britânico, sendo equipado com metralhadoras, escudos blindados, serras para cortar pneus, lança-pregos e até mesmo bombas de gás.

Ford Mustang GT 390 (Bullitt – 1968): Steve McQueen, corta as ruas de San Francisco em uma perseguição de 8 minutos comandando um Mustang 68 de 325 cv de potência. 




Volkswagen Fusca 1967 (Se o Meu Fusca Falasse – 1969): O queridinho da Volkswagen já estrelou em cinco filmes e ficou famoso ao derrotar carros bem mais potentes que ele. O que mais caracteriza a atuação de Herbie (nome do Fusca no filme) é a sua capacidade de expressar sentimentos.

Mini Cooper (Um Golpe à Italiana – 1969): Os mini-carrinhos roubam a cena em uma perseguição que ocorre nas ruas de Turim, na Itália.

DeLorean DMC-12 (De Volta para o Futuro – 1985/1990): O carro esporte fabricado no começo dos anos 80 (apenas 8.543 unidades fabricadas) é a máquina do tempo de Michael J. Fox no filme "De Volta para o Futuro".

Ford Mustang Shelby GT500 1967 (60 Segundos – 2000): O papel principal, vivido por Nicolas Cage, precisa roubar 50 carros em somente uma noite para salvar a vida do seu irmão. Em meio a Lamborghinis, Ferraris e outros automóveis potentes, quem rouba a cena é o Ford Mustang Shelby GT500 de 1967 que protagoniza a útlima perseguição do filme. Este Mustang se tornou um super-astro do cinema depois desse filme.

Nissan 350Z (Velozes e Furiosos - Desafio em Tóquio - 2006): O cupê esportivo japonês, com certeza é o destaque do terceiro filme da série "Velozes e Furiosos". O possante conta com um motor V6 de 3.5 litros que gera 287 cv, sem contar o óxido nitroso que eleva ainda mais a força de sua arrancada e sua velocidade.

Chevrolet Camaro (Transformers – 2007): Chamado de Bumblebee no filme, o carro-robô é equipado com um motor V8 de 400 cv, e ainda disparadores de raios laser e um sistema de áudio inteligente. Com certeza, o novo Camaro adquiriu muitos fãs depois de participar deste sucesso das telonas.

O mercado de automóveis brasileiro será o terceiro maior em 2016

Pesquisa mostra que no ano das Olimpíadas do Brasil, o país será o terceiro maior mercado de automóveis. Foram entrevistados 200 executivos de grandes fabricantes de automóveis do mundo.

A renomada empresa de pesquisa KPMG Internacional, elaborou um estudo com 200 executivos do setor automotivo, que indica uma grande possibilidade do Brasil ganhar posições no ranking dos maiores mercados automotivos. Segundo a pesquisa, em quatro anos a quantidade de automóveis vendidos no país se encontrará entre quatro e seis milhões, ultrapassando o Japão.

Charles Krieck, sócio-líder da área que cuida do mercado industrial e auditoria da KPMG Internacional, afirmou: "O resultado da pesquisa demonstra claramente a imagem que o mercado automobilístico mundial projeta para o Brasil: a de um país com economia saudável e ótimas perspectivas para negócios. Ao final, o mercado automobilístico encontrou um lugar próprio no Brasil".

Outro dado importante apontado pela pesquisa, é que os países emergentes do BRIC (Brasil, Rússia, Índia e China) tomarão conta de 40% de todo o setor automotivo do mundo em 2016. O topo ainda irá pertencer a China, com os Estados Unidos em segundo e o Brasil aparecendo na terceira posição, ultrapassando o Japão que é o atual terceiro lugar e a Alemanha, atual quarto lugar.

A "Global Automotive Executive Survey 2012 – Managing Growth While Navigating Uncharted Routes" ("Pesquisa Global do Setor Automobilísco – Gerindo o Crescimento Enquanto Rotas Inexploradas são Desbravadas") mostrou que os carros híbridos serão a opção ecológica mais consumida. Ainda assim, um número entre 9 e 14 milhões de veículos puramente elétricos estarão nas ruas do planeta até 2026.

Bruno Senna assina contrato com a Williams

Depois de Bruno ser apresentado oficialmente, Rubens Barrichello (que também estava na briga) poderá ficar de fora da Fórmula 1 este ano.

Enfim, a Williams anunciou oficialmente o brasileiro Bruno Senna como o seu mais novo piloto para a temporada 2012 da Fórmula 1. A novela, que tinha Adrian Suttil e Rubens Barrichello também brigando pela vaga, chegou ao fim. Bruno fará companhia ao venezuelano Pastor Maldonado.

Por conta de um erro no site da equipe, o perfil de Bruno Senna foi postado antes mesmo da nota oficial. Depois de cometer essa falha, era impossível esconder o que já estava certo. O dono da equipe, Frank Williams, declarou: "As condições dadas a Bruno em suas duas temporadas na Fórmula 1 não deram a ele as oportunidades ideais de trabalhar com consistência, então foi essencial que a gente gastasse bastante tempo para entendê-lo e avaliá-lo como piloto".

Bruno também comentou a novidade e se mostrou bem otimista por estar correndo em uma equipe que já contou com seu tio Ayrton Senna como piloto. "Me sinto muito privilegiado por ter sido escolhido pela Williams como um de seus pilotos. A equipe tem um histórico importante e eu espero poder ajudar a escrever um bom capítulo nessa história".

Confirmação de uns e incertezas de outros. A última vaga restante na Fórmula 1 é para a pequena equipe HRT e com isso, a situação de Rubens Barrichello se tornou crítica. Pelo Twitter, o recordista de participações em corridas na categoria contou: "Fala galera. Pois é, não estarei guiando o carro da Williams este ano. Desejo ao meu amigo Bruno Senna muita sorte. O futuro está em aberto... ".

No início do ano, as especulações de que Bruno iria mesmo correr pela Williams estavam bem evidentes, principalmente após o bilionário Eike Batista (que investe na Williams através de sua empresa OGX) confirmar o fato pelo Twitter.

O que resta para nós, torcedores, é acreditar que Bruno Senna voltará a colocar o Brasil no topo do pódio, o que não acontece desde 2009, quando Rubinho venceu o GP da Itália.
Agradeço o apoio dos amigos - Dag

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