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Economizando no transporte utilizando a carretinha reboque

Por que investir em uma carretinha reboque? Em algumas regiões brasileiras, o termo reboque é costumeiramente utilizado, enquanto em alguns estados é normal ouvir os termos carreta reboque ou, simplesmente, carretinha. Regionalismos à parte, a carretinha é um excelente equipamento acessório para veículos motorizados. A carretinha cumpre perfeitamente seu papel no apoio ao transporte e reboque de outros veículos, barcos, iates e até animais. Na área rural, por exemplo, você encontrará vários destes veículos reboque trafegando pelas vias públicas, onde dentre eles há um modelo dedicado à transportar animais. Na área urbana, é possível ver várias carretinhas circulando com móveis ou objetos de grande porte, especialmente eletrodomésticos e cargas pesadas. Esses acessórios são utilíssimos pois proporcionam transporte rápido com baixo custo. Uma deficiência natural da carretinha reboque é o desgaste da estrutura por causa da corrosão ou ferrugem, mas isto é comum somente nas regiões litorâneas. Outro fator limitante é a falta do espaço necessário ao estacionamento das carretinhas. Nem todas as residências dispõe do espaço necessário, e por essa razão torna-se necessário guardar o veículo em uma garagem privada mensalista. Caso você consiga encontrar uma vaga em estacionamento descoberto para guardar sua carretinha reboque, basta adquirir uma capa automotiva, que poderá ser constituída de lona simples, afim de proteger seu reboque contra as ações do clima.
Normalmente, as pessoas confundem carretas com caminhões, sendo que isso dependerá muito da região do país. Em alguns lugares, a população refere-se ao reboque como uma carreta. Nas cidades portuárias, como Santos – no estado de São Paulo – o termo carreta é mais utilizado quando deseja-se falar sobre caminhões. Em vários jornais vemos manchetes noticiando acidentes entre automóveis e carretas, ou seja, veículos de passeios e caminhões. A carretinha reboque têm algumas características que as confundem com seu primo distante, pois a exemplo da carreta, o reboque também não possui tração própria, ou seja, é um veículo não motorizado. Por essa razão, ele necessita ser conectado à um veículo automotor através do engate. As principais situações onde a carretinha reboque será necessária é, obviamente, onde exige-se grande capacidade no transporte. Esse transporte exige geralmente veículos maiores, como caminhões ou carretos com caçambas simples. Às vezes, é muito trabalhoso ou dispendioso procurar empresas as quais fornecem tais serviços, e a opção do reboque surge como escolha mais prática e também econômica. Se você calcular os custos detalhadamente, verá que nem sempre contratar um carreto é o melhor caminho, pois alguns caminhoneiros cobram valor entre R$80 a R$150 reais nos serviços relacionados a frete e entregas rápidas. Enquanto isso, é possível alugar reboques para carros a partir de R$30 reais a diária.
A vantagem de locar reboques consiste na praticidade e autonomia proporcionados por estes acessórios no transporte das cargas. Este veículo não traz grandes despesas e custos de manutenção, inclusive com seu licenciamento – consulte o site do DETRAN para mais informações. Para o lazer, a carretinha reboque mais uma vez mostra sua grande utilidade em ocasiões quando você deseja viajar e deseja levar também sua motocicleta, e para situações como esta existe a carreta para moto. O próprio condutor ou motorista que manobrará seu veículo naturalmente também conduzirá o reboque, e essa independência em trafegar sem depender de terceiros confere maior tranquilidade ao responsável pela carga ou pelos objetos transportados. O aluguel da carretinha têm um custo benefício muito bom, e a vantagem principal da locação é economizar com custos normais do frete. Mas, mesmo se você desejar comprar uma carretinha reboque nova seguramente fará um excelente investimento patrimonial. Ter seu próprio reboque tornará seus transportes muito mais fáceis e rápidos, uma vez que estes veículos são muito simples de conduzir e não requerem habilidades excepcionais por parte dos condutes para trafegar nas ruas e avenidas mais movimentadas. Contudo, devido ao maior número de eixos e ao comprimento total dos veículos conduzidos, é evidente que o motorista deverá ter atenção redobrada ao trafegar com seu reboque, mesmo durante as manobras com as quais já está acostumado.

Vettel faz campanha por gol de Neymar em eleição da Fifa

'Colega' de empresa, Neymar encontra Vettel após GP Brasil
 
São Paulo - Depois de conhecer o atacante Neymar após o GP Brasil, o bicampeão de Fórmula 1 Sebastian Vettel reforçou a amizade com o santista fazendo campanha  para ele. A Red Bull, equipe do alemão, divulgou nesta terça-feira um vídeo no qual Vettel assiste ao gol de Neymar na derrota para o Flamengo por 5 a 4, em julho, e depois pede para seus fãs votarem por ele no site da Fifa.

Na votação promovida pela entidade, Neymar concorre com outros nove belos gols marcados em 2011: Messi pelo Barcelona; Benjamin de Ceulaer pelo Lokeren, da Bélgica; Lisandro López pelo Arsenal de Sarandí, da Bélgica; Zlatan Ibrahimovic pelo Milan; Wayne Rooney pelo Manchester United; Dejan Stankovic pela Inter de Milão; Julio Gómez pela seleção mexicana sub-17; Giovani dos Santos pela seleção mexicana; e Heather O’Reilly pela seleção feminina dos EUA.

Mas, para Vettel, não ficam dúvidas entre os concorrentes.

"Íncrivel como ele passa pelos adversários e apenas dá um toque na bola para fazer o gol. Esse é o melhor gol do ano, com certeza. Você tem que votar nele", afirma o piloto.

Massa festeja presença de pilotos da F-1 no Desafio: 'Vai ser espetacular'

Organizador do Desafio das Estrelas de kart, que será disputado no próximo fim de semana em Florianópolis, Felipe Massa exaltou a data do evento, apenas uma semana após o GP do Brasil. Segundo ele, a proximidade com a prova da Fórmula 1 permitiu a presença de sete pilotos da categoria máxima do automobilismo: além dele, Rubens Barrichello, o alemão Adrian Sutil (Force India), o espanhol Jaime Alguersuari (STR), o belga Jerome D'Ambrosio (MVR), o venezuelano Pastor Maldonado (Williams) e o italiano Vitantonio Liuzzi (Hispania).
- Foi legal fazer o Desafio uma semana após o GP do Brasil, muitos pilotos ficaram. Tenho certeza que vai ser mais um evento espetacular, maior e mais forte do que foi até hoje, com uma corrida à noite e outra de dia, com os melhores do mundo correndo. Tenho prazer de organizar uma corrida como esta. Não só de organizar, mas também de competir. Com todos com karts iguais, não tem diferença. Ali a gente vê realmente o que é o trabalho de ser piloto - disse Massa.
Além dos astros da Fórmula 1, a competição contará com Tony Kanaan, Hélio Castroneves, Vítor Meira e Bia Figueiredo da Fórmula Indy; Lucas di Grassi, piloto de testes da Pirelli (fornecedora de pneus da F-1), atual campeão do desafio, Nelsinho Piquet, da Nascar Truck Series, Jules Bianchi, do programa de jovens pilotos da Ferrari, Gianni Morbidelli, ex-Fórmula 1, Enrique Bernoldi, que correu na FIA GT1 nesta temporada, além de uma legião de pilotos da Stock Car, categoria com mais pilotos no grid. Bruno Senna havia confirmado presença no evento, mas depois informou que não poderia mais correr em razão de compromissos profissionais com a equipe Renault-Lotus. Outro desfalque é Jorge Lorenzo, da MotoGP. O piloto espanhol não foi liberado pelos médicos após o acidente sofrido na prova da Austrália em outubro.
O evento começa na sexta com a realização dos treinos livres. A primeira bateria está marcada para as 21h45m (de Brasília) do próximo sábado, com transmissão ao vivo pelo SporTV, e a segunda será disputada no domingo, às 11h, e a Rede Globo mostra no Esporte Espetacular.
Confira a lista de participantes confirmados para o Desafio das Estrelas:
1 - Felipe Massa (Fórmula 1)
2 - Rubens Barrichello (Fórmula 1)
3 - Lucas di Grassi (Fórmula 1)
4 - Vitantonio Liuzzi (Fórmula 1)
5 - Jaime Alguersuari (Fórmula 1)
6 - Pastor Maldonado (Fórmula 1)
7 - Adrian Sutil (Fórmula 1)
8 - Jules Bianchi (Fórmula GP2-Fórmula 1)
9 - Gianni Morbidelli (ex-Fórmula 1)
10 - Tony Kanaan (Fórmula Indy)
11 - Hélio Castroneves (Fórmula Indy)
12 - Bia Figueiredo (Fórmula Indy)
13 - Vítor Meira (Fórmula Indy)
14 - Pietro Fittipaldi (LLM-Nascar)
15 - João Paulo Oliveira (GT Series - Japão)
16 - Cacá Bueno (Stock Car-Trofeo Linea)
17 - Popó Bueno (Stock Car-Trofeo Linea)
18 - Christian Fittipaldi (Trofeo Linea)
19 - Marcos Gomes (Stock Car-Trofeo Linea)
20 - Leonardo Nienkötter (Trofeo Linea)
21 - Antonio Pizzonia (Stock Car)
22 - Ricardo Zonta (Stock Car)
23 - Xandinho Negrão (Stock Car-GT3)
24 - Max Wilson (Stock Car)
25 - Luciano Burti (Stock Car)
26 - Allam Khodair (Stock Car-Trofeo Linea)
27 - Tuka Rocha (Stock Car)
28 - Nelsinho Piquet (Nascar Truck Series)
29 - Enrique Bertoldi (FIA GT1)

Rubinho evita falar sobre futuro e dispara contra F-1: “As coisas acontecem muito por trás das cortinas”

Piloto esteve no CT do Corinthians nesta terça-feira (29) para anunciar evento de Rally em SP
Fórmula 1 continua indefinido, mas o piloto brasileiro mostrou estar magoado com as negociações na categoria. Para chegar à 20ª temporada na F-1 em 2012, Rubinho contava com uma vaga na Lótus Renault, que anunciou nesta terça-feira (29) acerto com o finlandês Kimi Raikkonen, campeão pela Ferrari em 2007.
De saída da Willians e desapontado com a contratação de Raikkonen, Barrichello esteve no CT do Corinthians nesta terça e disparou contra a falta de transparência nas negociações na F-1.
- O anúncio do Raikkonen mostra que as coisas acontecem muito por trás das cortinas. O que posso falar é que minha vontade vai superar qualquer obstáculo.
Apesar de toda a expectativa que cerca a possível aposentadoria do piloto com maior número de GPs disputados na história da F-1, o corintiano evitou falar sobre o futuro.
- Tenho certeza de que quando souberam que eu viria ao Corinthians pensaram que eu falaria sobre o meu futuro. Não é nada sobre o meu futuro. Infelizmente não ainda. Quem sabe em breve poderei falar algumas coisas que estão acontecendo, mas, hoje, vamos limitar a conversa ao Rally de São Paulo.
Barrichello esteve no CT para lançar um evento denominado Rally de São Paulo – Desafio dos Campeões. Trata-se de uma corrida indoor com carros da marca Mini Cooper, que será realizado nos dias 17 e 18 de dezembro dentro do Parque São Jorge.
O antigo local de treinos do Timão terá seu gramado transformado em pista, e verá, além de Barrichello em ação, outros pilotos do quilate de Bia Figueiredo, Hélio Castroneves e Tony Kanaan.
Estão projetadas a realização de quatro baterias com quatro carros cada, mas ainda não está confirmado se um dos veículos utilizados na prova terá em sua pintura o símbolo do Corinthians.

Relembre carros com pouco tempo de vida no mercado nacional

Em média, automóveis são projetados para 'sobreviverem' por sete anos.
Veja alguns exemplos de veículos que saíram bem mais cedo de cena.

O Corsa GSi está nesta lista.

O desenvolvimento de um carro, do primeiro traço até a produção na linha de montagem, leva, no mínimo, dois anos e requer investimentos de milhões de reais. Para "pagar a conta", as fabricantes torcem para que seus produtos durem, em média, sete anos no mercado, entre facelifts (leves alterações visuais), reestilizações e novas gerações, etapas planejadas desde o lançamento. Mas por erro de estratégia há modelos que saem de cena muito antes do previsto.

Versões "envenenadas", motores mais potentes para carros populares, mudanças na legislação, alta no imposto de importação e falta de adaptação de modelos estrangeiros para o mercado nacional são alguns dos motivos que levaram a rápida aposentadoria. “Há também carros que não vingaram sem nenhuma explicação”, afirma o jornalista especializado em veículos Bob Sharp.
Com ajuda dele, do também jornalista e engenheiro Fernando Calmon e do escritor José Luiz Vieira, autor do livro “A história do automóvel”, relembre alguns dos modelos e marcas que duraram, no máximo, a metade do tempo previsto e fracassaram na indústria nacional. Apesar de carregarem o fardo do 'mico', de tão raros, alguns viraram peça de colecionador. 

VOLKSWAGEN SP1  
Volkswagen SP1 (Foto: Divulgação)
A probabilidade de encontrar um é tão pequena que o SP1 se tornou um dos carros mais raros do Brasil. Isso porque apenas 88 unidades foram produzidas entre novembro de 1972 e 1973. Para efeito de comparação, o irmão maior SP2, passou a barreira das 10 mil unidades.

“O carro era muito fraco de potência para um modelo esportivo”, lembra Bob Sharp. O SP1 1.6 tinha 65 cv, ante os 75 cv do SP2, de 1,7 litro.


FIAT OGGI VERSÃO CSS  
Fiat Oggi CSS (Foto: Divulgação)
Para o Campeonato Brasileiro de Marcas e Pilotos , em 1984, a Fiat lançou uma versão de corrida do Oggi, a CSS. Emerson Fittipaldi chegou a pilotar um, mas o título de Marcas daquele ano ficou com a Volkswagen.

Limitado a 300 unidades, o modelo foi o primeiro Fiat nacional com motor acima de 1.3. Sob o capô, o sedã trazia o motor de 1.490 cm3 e 78 cv. Mas o desempenho da versão nas pistas foi equivalente ao nas lojas, o que levou à retirada do mercado um ano após a estreia.    "Hoje em dia é um carro rraríssimo e muito procurado por colecionador", afirma Bob Sharp. 


CHEVROLET CORSA GSi
Chevrolet Corsa GSi 16 V (Foto: Divulgação)
  
A versão esportiva do modelo chegou em outubro de 1994 para disputar mercado com alguns carros "apimentados" da época, como Gol GTI, Escort XR3i e Uno Turbo. Mas o motor 1.6 16V de 108 cavalos de potência era importado da Hungria e "sofreu" muito com a gasolina nacional. Então, em 1996 a fabricante optou por parar a produção da versão.

LADA

Se o fracasso de um modelo é um rombo no orçamento, imagine de uma marca inteira. A Lada, fabricante russa ícone da era das importadoras no Brasil nos anos 90, durou, com muito esforço, cinco anos no país.

O desenho da carroceria ultrapassado, a falta de adaptação ao combustível nacional e a baixa qualidade das peças foram diminuindo a euforia dos consumidores no Brasil. No entanto, o golpe fatal veio em 1995, quando a alíquota de importação subiu de 20% para 70%, uma diferença que nem mesmo as vendas do jipe Niva e os preços baixos dos outros modelos conseguiram suportar.

CHEVROLET TIGRA E CALIBRA

Chevrolet Tigra (acima) e Calibra (Foto: Divulgação)

Importado pela GM no final de 1998, o Chevrolet Tigra deixou de ser comercializado no país no início de 1999 por causa do preço elevado. Nos poucos meses de "vida", o pequeno coupé baseado no Corsa e produzido pela Opel (a subsidiária europeia da GM) vendeu por aqui 2.652 unidades. Os motivos foram uma súbita desvalorização do real, que elevou ainda mais o preço do modelo e o preço das peças. A estratégia já havia sido mal sucedida com o Calibra, da mesma marca, entre 1994 e 1996, que também era equipado com propulsor alemão e teve apenas 1.600 unidades vendidas por aqui. 

FORD FIESTA 1.0 SUPERCHARGER

Ford Fiesta 1.0 (Foto: Divulgação)

Um hatch com motor 1.0 de 95 cv tinha tudo para ser bem sucedido, mas não foi. O primeiro carro nacional com compressor de fábrica foi lançado em 2002 e quatro anos depois saiu de fininho do catálogo da Ford.

“O modelo chegou a vender bem, mas teve vida muito curta, porque o brasileiro queria um carro que andasse como um 1.6, mas que tivesse o consumo de um 1.0, o que não acontecia”, diz Bob Shap. O mesmo propulsor passou a equipar em 2003 o EcoSport, mas 'sobreviveu' apenas mais três anos no utilitário-esportivo.

VOLKSWAGEN POLO 1.0 16V 

Volkswagen Polo 1.0 (Foto: Divulgação)

Em agosto de 2002, mês de estreia desse modelo, o IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados) para carros novos caiu de 10% para 9% para motores 1.0. Mas, para automóveis de 1 litro a 2 litros, foi de 25% para 16%, nos modelos a gasolina, e de 20% para 14%, nos a álcool.

Com a mudança, o Polo 1.0 16V, de 79 cv, passou a custar apenas R$ 610 a menos do que a versão 1.6, que trazia ar-condicionado e motor de 101 cv. O erro estratégico aposentou a versão do hatch no final de 2003, data informada pela fabricante.

“O lançamento foi logo após o anúncio do governo. Quem ia comprar um carro 1.0 mais caro e menos completo que um 1.6? Foi uma das maiores ‘barrigadas’ que já vi no Brasil”, lembra Fernando Calmon.

 

StetCar - Hidratação de bancos de couro

O Stetcar hidrata os bancos de couro de seu veiculo. Leia esta postagem e entenda porque os acessórios de couro do seu carro precisam de uma hidratação regular. 

Quem tem carro com bancos de couro sabe que é importante manter o couro hidratado. Se isto não for feito o couro poderá ressecar e começar a rachar depois de algum tempo.
Quando se trata de escolher o melhor produto para hidratar o couro dos bancos, muitas variáveis estão envolvidas. Os produtos específicos para este fim e um bom profissional fazem o trabalho com perfeição. O que importante na hidratação é que o produto cumpra a função de criar uma película protetora sobre o couro. Alguns até deixam um aroma após utilizados, mas o cheirinho vai embora após algumas semanas.
Dentre os produtos para a hidratação do couro, estão os hidratantes a base de vaselina líquida, que deverá ser usada no banco limpo e seco, que será totalmente absorvida pelo couro após umas 12 horas deixando o couro do banco  macio, com textura de novo.

Antes de hidratar, sempre será feita uma limpeza do couro.
E você? Qual carro você tem? Os bancos de couro já foram hidratados?

Stetcar - Espelhamento de pintura automotiva

StetCar oferece serviço de espelhamento e cristalização. Leia com atenção algumas de nossas dicas.

Muitos de nossos clientes e amigos proprietários de veículos entraram em contato a respeito do espelhamento de pintura automotiva. Muitos destes contatos é para saber se o espelhamento de pintura e cristalização  são o mesmo processo. A verdade é que depende. O conceito de espelhamento de pintura e cristalização varia muito entre os fornecedores. A qualidade e a marca dos materiais utilizados também interfere no resultado final do trabalho.
As técnicas utilizados para o espelhamento de pintura  também são bem variadas e dependendo de como é feito o procedimento é indicado ou não para certos tipos de veículos.
O objetivo do espelhamento de pintura é deixar a pintura do carro brilhando mais e homogênea, livre dos pequenos riscos e arranhados que sempre aparecem. Mesmo carros com pouco tempo de uso às vezes já apresentam riscos que podem ser tirados com um espelhamento de pintura. O que ocorre muitas vezes é que vendedores de concessionárias indicam o espelhamento de pintura mesmo para carros novos, citando como necessária para proteger a pintura do veículo, aproveitando que a mesma ainda está nova.
Isto pode até fazer algum sentido, mas existem processos de espelhamento de pintura que desgastam o verniz da pintura do carro para depois aplicar os produtos químicos que fazer o espelhamento. Este desgaste é feito de diversas maneiras, seja com lixas ou massas especiais de polimento. Portanto se quiser fazer espelhamento ou cristalização de pintura em um carro mais novo, verifique atentamente se precisa mesmo desgastar a pintura antes. Dependendo do caso uma lavagem com cera já resolverá o problema e deixará seu carro brilhando como zero!
Espelhamento de pintura
Espelhamento de pintura
Os cuidados do proprietário com a pintura do veículo determinam quanto tempo a mesma irá manter o brilho. Se um carro é bem cuidado, dificilmente precisará de um espelhamento de pintura antes de 5 anos de uso. E bem cuidado não significa que você precisa ser fanático por limpeza e lavar o carro toda semana. Basta que cuide bem mantendo o carro limpo e especialmente longe do sol e produtos químicos de limpeza não recomendados!
Espero que estas dicas lhe ajudem a escolher bem o profissional que fará o espelhamento de pintura do seu carro!
Agradeço o apoio dos amigos - Dag

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